“Moto. É preciso saber usar. É preciso respeitar.” Sob esse mote, o Ministério das Cidades lançou, por meio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a campanha de conscientização para reduzir acidentes no trânsito. A iniciativa tem como foco principal motociclistas e motoristas e apela para a consciência dos condutores e pilotos, através de um choque de realidade.
Segundo dados da campanha, um motociclista morre a cada meia hora nas ruas e estradas brasileiras. Por ser um veículo mais instável e com menos itens de proteção, as pesquisas comprovam que o risco de um motociclista morrer no trânsito é 14 vezes maior que a de um ocupante de automóvel.
Estudos
efetuados para avaliar a eficácia deste item de segurança
imprescindível, demonstraram que o seu uso pode prevenir aproximadamente
69% dos traumatismos crânios-encefálicos e 65% dos traumatismos da
face. Já as viseiras devem sempre permanecer abaixadas para proteger os
olhos e parte da face contra chuva, poeira, insetos, sujeira e detritos
jogados ou levantados por outros veículos. Em velocidade, o impacto de
um pequeno objeto causa um grande estrago caso o piloto não esteja
suficientemente protegido.
Dados
De acordo com os números divulgados pela Seguradora Líder DPVAT, enquanto a frota de motocicletas cresceu 357% entre os anos de 2000 a 2011, as indenizações por morte no segmento duas rodas também acompanharam o aumento estatístico, com um crescimento de 134% no mesmo período.
Já em 2012, as motocicletas representaram 27% da frota nacional. Porém, em indenizações pagas pelo Seguro DPVAT esse número representou 69%. Dados que contrastam com os registrados na frota de automóveis. Do total de veículos nas vias brasileiras, os carros representam 60% da frota nacional, porém somam 47% das indenizações pagas por morte, segundo a Seguradora Líder.
As ocorrências de invalidez permanente também apresentam índices muito preocupantes. De 2000 a 2011, houve um aumento de 1.378% no número de pagamentos do Seguro DPVAT para essa categoria. Só em 2012, as motocicletas representaram 74% das indenizações por invalidez permanente. Jovens entre 18 e 34 anos representam o grupo etário de maior incidência, com 53% dos casos. Destes, 44% foram decorrentes de acidentes com motocicletas.
Dados
De acordo com os números divulgados pela Seguradora Líder DPVAT, enquanto a frota de motocicletas cresceu 357% entre os anos de 2000 a 2011, as indenizações por morte no segmento duas rodas também acompanharam o aumento estatístico, com um crescimento de 134% no mesmo período.
Já em 2012, as motocicletas representaram 27% da frota nacional. Porém, em indenizações pagas pelo Seguro DPVAT esse número representou 69%. Dados que contrastam com os registrados na frota de automóveis. Do total de veículos nas vias brasileiras, os carros representam 60% da frota nacional, porém somam 47% das indenizações pagas por morte, segundo a Seguradora Líder.
As ocorrências de invalidez permanente também apresentam índices muito preocupantes. De 2000 a 2011, houve um aumento de 1.378% no número de pagamentos do Seguro DPVAT para essa categoria. Só em 2012, as motocicletas representaram 74% das indenizações por invalidez permanente. Jovens entre 18 e 34 anos representam o grupo etário de maior incidência, com 53% dos casos. Destes, 44% foram decorrentes de acidentes com motocicletas.
